E começamos, oficialmente, 2014. Hoje, segundo dia do mês, foi o primeiro dia útil do ano. Para alguns, útil; para outros, inutilizado...
Comecei meu dia trabalhando. Apesar do enfado, não há nada melhor que ter um emprego e se sentir útil. Não que uma coisa esteja necessariamente atrelada à outra. Mas no meu caso, essa máxima é aplicável. Meu trabalho é cansativo, sim... esse cansaço é herança do Éden, não dá pra fugir dele. Porém, ter um trabalho é mais que assinar um livro de ponto. Encaro meu trabalho, em particular, como uma forma de adoração a Deus. Tudo que fizermos (v. 31), desde a menor tarefa, deve ser com objetivo de adorar ao Senhor. Aliás, tenho um campo missionário inexplorado diante de mim. Começando pelas crianças, depois os funcionários e as famílias representadas ali. Gritar religião? Arrotar santidade? Impor minhas convicções religiosas? Isso só espanta as pessoas do verdadeiro evangelho. Minha estratégia é VIVER Jesus, só isso.
E no fim do dia, pontuando o que foi positivo, vi o Senhor me honrar através das palavras da minha vice diretora. Não preciso repetir o que foi dito, mas tenho guardado em meu coração tudo que ouvi. E a certeza que tenho é que EaD palavras ecoam eternamente no universo, não para me lembrar de algo que sou ou fiz, mas para que eu nunca esqueça que DELE, por ELE e PARA ELE são todas as coisas!
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Primeiro dia útil
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Feliz Eu Novo!
Os fogos já cessaram, os abraços perderam a intensidade, ultrapassamos os limites de crédito no celular e esgotamos nossos SMS's. Bom, agora é hora de parar e pensar no que há para se comemorar...
Sim, digo isso por um motivo simples: para termos um ANO NOVO, é preciso pensar além do calendário. Ano Novo temos a cada 31 de dezembro. Mas quantas vezes passamos anos e anos, e parece que não saímos do lugar? Por que tantos projetos inacabados? Por que tanta frustração? Por que tanta "mesmice"? O problema não está no calendário... Ele passa, o mundo gira e o relógio corre pra frente. Acompanhar as mudanças depende de nós. Não nos movemos no mesmo ritmo do universo. Temos, cada um, nosso próprio ritmo, nosso próprio relógio. Um ano novo de faz com dias novos, novas auroras, com nova visão. Quando lemos na Bíblia que alegria virá pela manhã, após uma noite de choro, não significa que a cada 24 horas, seus problemas serão resolvidos. Quem dera se fosse assim! Uma noite pode durar semanas, meses, até anos... Mas é certo que o novo dia há de chegar. Essa é nossa esperança!
Então, ao invés de trocar o calendário, por que não mudar nossas atitudes, nosso comportamento, nossa visão frente às circunstâncias? Se fizermos isso todos os dias, com a mesma regularidade com que viramos a folha do calendário, teremos um EU novo. Dia após dia, revendo e pontuando nossas atitudes, consertando e aprimorando nosso comportamento, teremos não só uma ano novo, mas uma vida nova. Fácil? De forma alguma! Desafiador, isso sim. Mudar uma vida é algo muito complexo e difícil. Mas não custa tentar...
Feliz EU NOVO em 2014!
Sim, digo isso por um motivo simples: para termos um ANO NOVO, é preciso pensar além do calendário. Ano Novo temos a cada 31 de dezembro. Mas quantas vezes passamos anos e anos, e parece que não saímos do lugar? Por que tantos projetos inacabados? Por que tanta frustração? Por que tanta "mesmice"? O problema não está no calendário... Ele passa, o mundo gira e o relógio corre pra frente. Acompanhar as mudanças depende de nós. Não nos movemos no mesmo ritmo do universo. Temos, cada um, nosso próprio ritmo, nosso próprio relógio. Um ano novo de faz com dias novos, novas auroras, com nova visão. Quando lemos na Bíblia que alegria virá pela manhã, após uma noite de choro, não significa que a cada 24 horas, seus problemas serão resolvidos. Quem dera se fosse assim! Uma noite pode durar semanas, meses, até anos... Mas é certo que o novo dia há de chegar. Essa é nossa esperança!Então, ao invés de trocar o calendário, por que não mudar nossas atitudes, nosso comportamento, nossa visão frente às circunstâncias? Se fizermos isso todos os dias, com a mesma regularidade com que viramos a folha do calendário, teremos um EU novo. Dia após dia, revendo e pontuando nossas atitudes, consertando e aprimorando nosso comportamento, teremos não só uma ano novo, mas uma vida nova. Fácil? De forma alguma! Desafiador, isso sim. Mudar uma vida é algo muito complexo e difícil. Mas não custa tentar...
Feliz EU NOVO em 2014!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Faxina anual 2013 / 2014
Mais um ano se vai e com ele todas as "faxinas" que fazemos. Faxina real, aquela que você faz jogando fora inúmeros papeis, notas e bugigangas que há pouco julgávamos indispensáveis. Não podemos esquecer da faxina mental... Mas essa é mais trabalhosa, sem dúvida! Por mais que você tente jogar algumas coisas fora, inevitavelmente, elas voltarão. Nunca é uma faxina bem feita...
E, como em todo fim de ano, começamos a nossa própria retrospectiva. E é interessante o fato de que registramos muito mais e melhor os acontecimentos ruins. Tristezas, decepções, desencantos, perdas... Não que sejamos incapazes de pontuar momentos bons, mas parece que pontos negativos possuem uma âncora que se agarra à mente e impede que este barco de tristezas se vá. Isso é inerente ao ser humano, pelo menos em sua maioria.
Algumas pessoas mais "pollyanizadas" conseguem ver o lado bom de tudo, até em uma desgraça. Sinceramente, nem sempre estou no clima de Pollyanna. Às vezes quero chorar mesmo, ficar aborrecida, desacreditar na vida... Não dá para mentir o tempo todo, principalmente para nós mesmos. Mas quero tentar, a cada passo, olhar o que cada revés pode me ensinar, o que posso tirar de positivo. É uma tarefa fácil? Absolutamente NÃO! Mas, se é para começar um ano novo, que seja tentando coisas novas.
Aprender com os erros, valorizar o aprendizado em toda e qualquer situação, ser mais gentil, superar seus próprios limites... Quem nunca pensou em fazer isso? Pois foi assim que, na minha faxina mental, resolvi "repaginar" minha sala de projetos mentais. Pintei com cores vibrantes e alegres, pendurei quadros com borboletas e flores, troquei as cortinas e abri as janelas para deixar entrar a brisa do novo ano. Dessa forma, vou procurar pontuar e registrar cada conquista. Só pelo fato de querer manter na memória aquilo que me trará esperança.
Feliz Ano Novo para todos!
E, como em todo fim de ano, começamos a nossa própria retrospectiva. E é interessante o fato de que registramos muito mais e melhor os acontecimentos ruins. Tristezas, decepções, desencantos, perdas... Não que sejamos incapazes de pontuar momentos bons, mas parece que pontos negativos possuem uma âncora que se agarra à mente e impede que este barco de tristezas se vá. Isso é inerente ao ser humano, pelo menos em sua maioria.
Algumas pessoas mais "pollyanizadas" conseguem ver o lado bom de tudo, até em uma desgraça. Sinceramente, nem sempre estou no clima de Pollyanna. Às vezes quero chorar mesmo, ficar aborrecida, desacreditar na vida... Não dá para mentir o tempo todo, principalmente para nós mesmos. Mas quero tentar, a cada passo, olhar o que cada revés pode me ensinar, o que posso tirar de positivo. É uma tarefa fácil? Absolutamente NÃO! Mas, se é para começar um ano novo, que seja tentando coisas novas.
Aprender com os erros, valorizar o aprendizado em toda e qualquer situação, ser mais gentil, superar seus próprios limites... Quem nunca pensou em fazer isso? Pois foi assim que, na minha faxina mental, resolvi "repaginar" minha sala de projetos mentais. Pintei com cores vibrantes e alegres, pendurei quadros com borboletas e flores, troquei as cortinas e abri as janelas para deixar entrar a brisa do novo ano. Dessa forma, vou procurar pontuar e registrar cada conquista. Só pelo fato de querer manter na memória aquilo que me trará esperança.Feliz Ano Novo para todos!
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