quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Por que a curiosidade matou o gato?

      A gente se acostuma com certas coisas e sequer sabe de onde vêm certos costumes e ditados. Pensando nisso, estava conversando com uma amiga e tentanto descobrir: por que a curiosidade matou o gato? Se você também ficava se perguntando isso, já pode contar pra todo mundo que descobriu a resposta! Lá vai:

 


Você sabe por que se diz que "a curiosidade matou o gato"? Esse ditado se originou na Europa, numa época em que as pessoas não gostavam muito de gatos. Elas estavam no fim da Idade Média e haviam aprendido que os gatos, especialmente os gatos pretos, traziam má sorte.


Com o intuito de acabar com os gatos, alguns faziam armadilhas, usando como iscas coisas estranhas que chamavam a atenção do felino curioso. Ele sempre ia com cautela, mas a curiosidade diante do objeto desconhecido acabava levando-o a cair na armadilha.


 


Nesse período, como você sabe, a Palavra de Deus foi retirada da mão do povo e muitas mentiras começaram a ser pregadas. Então alguns líderes, temendo que suas idéias fossem questionadas, começaram a usar o exemplo do "gato curiosio" para inibir aqueles que queriam aprender mais a respeito da Bíblia e da ciência. "A curiosidade", diziam, "matou o gato."


 


Esse, porém, nunca foi o pensamento de Deus. O Senhor nos deu a capacidade de estudar e o desejo de conhecer as coisas porque queria que fôssemos seres pensantes. Afinal, como alguém disse, a curiosidade não matou o gato. Ele morreu de velhice, mas morreu muito inteligente, porque sua curiosidade o levou a aprender muitas coisas legais acerca do mundo de Deus.


 

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado,
questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou
outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- Vocês sabem por que se grita com uma pessoa?


-
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se
afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem
escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte
terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.


- Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

- Elas não gritam. Falam suavemente.
- E por quê? Porque seus corações estão muito perto.
- A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus
corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas
se olham! E basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece
quando duas pessoas que se amam estão próximas.


- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não
digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a
distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta."

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

O que é "inesquecível" pra você?



            O que torna algo inesquecível? O que torna alguém inesquecível?

             Alguns momentos da nossa vida são tão marcantes que desejamos vivê-los sempre, como num "déjà vu". A diferença é que esse "déjà vu" não é cansativo, justamente porque nos traz prazer e alegria. Outros momentos, não tão agradáveis, gostaríamos de apagar da nossa mente, mas infelizmente não conseguimos. E já percebeu que esses momentos ruins são os que mais povoam nossa mente? Quando menos se espera, lá vem aquele flash-back e temos a sensação de estarmos vivendo tudo novamente. Então, passo a compreender que "inesquecível" nem sempre é sinônimo de alegria. Nem sempre as lembranças são agradáveis; às vezes, elas vêm trazendo muita dor, desilusão, frustração... enfim, vêm recheadas de sentimentos ruins, que machucam o coração.

              Engraçado, também, é o tempo de duração desses momentos. Geralmente, os bons duram tão pouco que quando pensamos realmente em aproveitá-los, PUF!, já se foram. E nem preciso falar dos outros momentos, né? Parecem eternos! É como o verão e o inverno. Sempre temos a sensação de que o verão é mais curto.

              Mas o que eu estou querendo dizer com tudo isso? Será que eu tenho a solução para "deletar" da mente humana aquilo que traz tristezas e dor? Infelizmente, não. É inevitável que esses pensamentos venham à mente. Mas há um versículo da Bíblia que diz: "Quero trazer à memória o que pode me dar esperança" (Lm 3.21). Bonito, não é? Então, penso que essa seja a "fórmula da felicidade". Pense, é só usar a lógica: se pensamentos ruins te fazem sofrer, combata-os com bons pensamentos. Comece a pesar esses momentos numa balança e você verá que os bons momentos sempre são mais intensos, mais arrebatadores. Não vale a pena ficar remoendo tanta dor! Quando sou assaltada por esses sentimentos ou pensamentos, corro até minha caixa de recordações. São tantas coisinhas que aparentemente não têm valor algum, mas que guardo como se fossem um tesouro precioso... E são. Cada objeto é como se fosse uma chave; cada chave abre uma porta dentro de mim, e eu posso entrar em cômodos repletos de alegria, de risos...

              Cada fase da nossa vida é um momento único de aprendizado. Não se aprende acertando sempre. Nem sempre o dia está ensolarado, mas você sabe que o sol vai brilhar amanhã ou depois. Se chover, brinque na chuva, é legal! Não se deixe abater por qualquer coisa! A vida sempre te dá a chance de ser feliz. Basta saber olhar as circunstâncias com um olhar positivo, procurando ver a beleza por trás das nuvens. Difícil de entender? Talvez, mas vale a pena tentar.