sábado, 11 de março de 2006

"Não julgueis..."

Ontem foi um dia daqueles! Passei quase a tarde toda tentando gravar um kit para o coral e não consegui! Acho q fiquei mais burra do que era pra música!

Enfim, depois de me irritar muito, fui à casa de Fernanda pra assistir a um filme (que por sinal era horrivel...). E pra completar meu dia, fui alvo de uma injustiça danada! Imaginem só  vc estar conversando e brincando com alguem e passa outra pessoa (que no caso foram duas) e pensa que vc está zombando dela? Imaginou? Pois foi exatamente o que aconteceu! Pior nao foi isso; pior foi terem me julgado! Esperaram que nós passassemos outra vez pra chamarem Fernanda e "fazerem minha caveira". Nem ela acreditou q eu havia feito o que elas estavam dizendo, pois Fernanda me conhece e sabe que eu jamais faria aquilo. Quando Nanda me contou, minha reaçao foi tipo  , passando pra  e finalizando com . Fiquei revoltada porque me julgaram e me condenaram por algo que nao fiz! O que eu tinha que fazer eu fiz: fui atras das duas pra resolver a questao. Elas esperavam que eu chegasse pedindo mil perdoes, mas quis ouvir delas o que elas "viram". Quanto mais elas falavam, menos eu acreditava! Nao adiantava eu dizer que nao foi aquilo q eu fiz, q nao me lembrava... elas estavam irredutiveis no seu julgamento. Foi entao que Deus me fez lembrar que a "vaia" que elas ouviram na verdade, foi uma brincadeira que fizemos com a pessoa que vinha atras delas e NAO COM ELAS. Note bem que disse FIZEMOS, porque Thiago, Fernanda e eu emitimos o mesmo som, mas elas so ouviram a mim!!!

Concluindo: fiquei muito chateada mesmo, mais ainda porque nao se desculparam, ja que eu fui a parte ofendida da historia.

Foi bom pra eu aprender. De repente, eu posso um dia julgar alguem e cair no mesmo erro delas. Nem tudo que se vê é verdade, pelo menos nao a verdade que pensamos ser.

"...com o juizo que julgardes sereis julgados..." Mateus 7.1-2

sexta-feira, 10 de março de 2006

Arrumando as malas


No decorrer dos anos, pessoas, acontecimentos e outra série de fatores externos e internos ajudam a moldar nosso caráter. São conselhos e correções, gestos, sorrisos, imagens e acontecimentos preciosos que levaremos em nossa bagagem até o fim da jornada. E como em uma grande viagem, alguns itens dessa bagagem podem ficar para trás, caindo no caminho ou, simplesmente, se perdendo.


Algumas vezes, deixamos coisas valiosas para trás, mas por nossa própria vontade. Bom exemplo disso são as amizades. Quantas pessoas nós deixamos para trás e, por orgulho, não voltamos para recuperá-las? Situações mal-resolvidas, histórias mal-contadas, e sempre ele, o orgulho, nos impedindo de resolve-las. Infelizmente, o tempo não volta e não pára. Portanto, cada minuto é precioso e pode ser decisivo em relacionamentos. Nem sempre é fácil voltar; pedir perdão e perdoar são atitudes igualmente difíceis. Mas se não recuperarmos esses “itens” da nossa bagagem, eles nos farão falta adiante e aí, pode ser tarde demais.


Ninguém consegue viver sem amigos. Deus nos criou para vivermos em sociedade (Ec 4.9-12). Dessa forma, exercemos a tolerância e o respeito mútuo. E ninguém passa em nossa vida sem um propósito, até mesmo aquelas pessoas que conhecemos por acaso, como numa fila de banco. É só estar atento às lições que a vida nos coloca a conhecer.


A vida é uma escola e todos somos alunos e mestres. Ora estamos aprendendo, ora ensinando. E, de certa forma, também fazemos parte da bagagem de alguém. Mas que tipo de peças nós somos? Aquelas de primeira necessidade, que estão na bagagem de mão, sob os cuidados do viajante? Ou talvez, as outras, não menos importantes, mas cuidadosamente arrumadas numa grande mala e esperadas ansiosamente no desembarque? Há, porém, aqueles itens que são considerados “menos importantes” ou mesmo “descartáveis”; estes são dispensados ao arrumar a bagagem, pois ocuparão espaço sem necessidade. Esse tipo de peça ninguém deseja ser!


Se pararmos pra pensar, veremos que nem sempre valorizamos as pessoas que convivem conosco. Devemos pensar em como temos contribuído na caminhada do nosso próximo. Temos sido um fardo difícil de levar, uma “mala sem alça”, ou uma bagagem cheia de tesouros?


Deixo, então, um pensamento que deve fazer parte da nossa vida: “Torna-te necessário a alguém.” – Emerson (1803-1882)

segunda-feira, 6 de março de 2006

Estou de volta


É isso aí, galera... Depois de um carnaval ma-ra-vi-lho-so, com direito a trio eletrico e tudo (calma, ja-ja explico!), voltamos às atividades de sempre. Comecei minha rotina de ensaios exaustivos do ministerio de louvor, logo depois, começamos com os coros. Confesso ate que ja estava sentindo falta... mas todo mundo merece um descanso, certo?


Bom, voltando ao carnaval...


Nao fui ao retiro esse ano, resolvi ficar na praia. Foi legal, me diverti (...), me aborreci (...), mudei de cor... enfim, tive tempo de sobra pra pensar na vida. Acho que pensei ate demais, mas isso ja é outra historia. O que eu mais gostei nesses dias de carnaval foi o bloco que a galera do Circo da vida fez, o "Bloco do Cordeiro". UAU!!! Nunca me imaginei saindo atras de um trio eletrico, pulando, cantando, cheia de espuma e ainda por cima, adorando estar cansada! Foram quase duas horas de "folia", e eu ainda tinha energia pra mais duas horas! No proximo ano, estarei la de novo. É muito divertido e é uma forma de mostrar ao mundo que a nossa alegria independe de estimulos externos, como bebidas e drogas. Nossa alegria nao acaba numa quarta-feira de cinzas; ela é permanente.


E por falar em alegria, fiquei feliz em voltar à igreja, rever os "amigos", tocar... Êta rotininha viciante!!!